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Aplicação da Ractopamina (RAC) em dietas de suínos

Os programas de melhoramento genético apresentam-se como ferramentas importantes dentro da produção animal, aliado as técnicas de manejo e práticas nutricionais. Nesse sentido, os chamados melhoradores de desempenho, são substâncias capazes de promover aumento de tecido muscular e redução da camada de gordura o que, na suinocultura moderna e em outras criações, é vista com bons olhos pelos consumidores cada vez mais exigentes.

A ractopamina (RAC) conhecida como repartidora de nutrientes (MILLS, 2002) atua como um promotor de crescimento em que promove a melhora da eficiência alimentar, da taxa de crescimento e produção de carne magra (STOLLER et al., 2003). Essa substância é um agonista b-adrenérgico que é responsável pelo aumento de carne magra na carcaça pelo aumento do tecido muscular e redução do tecido gorduroso (WATKINS et al., 1990). Portanto, segundo o mesmo autor, a ractopamina melhora de maneira eficiente o peso vivo e deposição de carne magra.

Os cruzamentos entre diferentes raças com finalidade de melhorar determinadas características, possibilitou uma maior expressão de genes responsáveis pela atividade do tecido muscular refletindo na obtenção de carne magra (SCHINCKEL, 1999).

É importante averiguar a dosagem de ractopamina utilizada nas rações dos animais já que, quando a relação dieta e ractopamina não estão ajustadas, pode acarretar em problemas na qualidade da carne. Um exemplo disso pode ser verificado no trabalho de UTTARO et al. (1993) em que, através da administração de 20 ppm de ractopamina na dieta de suínos, acarretou em diminuição nas perdas por cozimento além de aumento na força de cisalhamento da carne. Uma maior resistência ao corte da carne suína através da adição de ractopamina, pode ter explicação devido a seu maior diâmetro da fibra muscular. Por outro lado, HERR et al. (2000), observaram que a ractopamina não exerce impacto significativo sobre a qualidade da carne suína, principalmente com relação à cor, marmoreio, firmeza e perda de água no processo de cozimento.

  Autor: Rodrigo Dias Coloni - Zootecnista, Mestrado e Doutorando da UNESP de Jaboticabal      

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