Hemorragia interna: perigos e sintomas

Hemorragia interna: perigos e sintomas

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Hemorragia é o termo utilizado para extravazamento de sangue dos vasos sanguíneos em grande quantidade e de forma incontrolada, geralmente evoluindo para um caso de hipovolemia e podendo, se não tomadas providências corretas e imediatas, levar o paciente à morte. De uma maneira geral, ela pode ser divida em dois tipos, a hemorragia externa, conhecida apenas por “hemorragia” e a hemorragia interna.

Trata-se como mais grave a hemorragia interna pelo fato de que, apesar de apresentar sinais de que há algo de errado no organismo do animal, não se é claramente visível o local em que está ocorrendo a perda de sangue, podendo ser este um órgão ou alguma outra estrutura interna do corpo do animal, tornando o diagnóstico um pouco mais demorado e o tratamento invasivo, uma vez que a hemostasia deve ser feita diretamente no local afetado.

As causas mais comuns de hemorragias internas em animais são por traumas mecânicos, como atropelamentos, agressões físicas e outros tipos de acidentes, podendo haver algum problema secundário que agrave a situação, como alguma doença hemolítica, que é o caso da erliquiose e babesiose.

A resposta inicial do sistema cardio-circulatório à perda aguda de sangue é um mecanismo compensatório, provocando imediatamente vasoconstrição cutânea, muscular e viceral, para tentar manter a quantidade de sangue suficiente para o funcionamento dos órgãos vitais como rins, coração, cérebro e pulmão o maior período de tempo possível, até que a hemorragia seja controlada. Outro sinal comum é a taquicardia, que atua no aumento do débito cardíaco aumentando a pressão e, consequentemente, a velocidade que o sangue passa pelos vasos, conseguindo suprir a necessidade do organismo. O grande problema desse mecanismo compensatório é a evolução para um choque hipovolêmico.

Os sinais e sintomas mais comuns utilizados para se fechar um diagnóstico de hemorragia interna são: pulso fraco, taquicardia, pele fria, sudorese, mucosas pálidas, sede intensa e tontura. Além destes, é indispensável a anamnese do paciente, avaliando-se todo o processo de evolução do quadro.

O tratamento, na maioria das vezes é cirúrgico, indo diretamente ao local e fazendo a reparação da lesão. Dependendo da quantidade de sangue perdida é feita a infusão de sangue por via parenteral, seguindo prescrição do médico veterinário.

Fonte: Wikipedia

Adaptação: Revista Veterinária

 

 

 

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