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Seleção e manejo de éguas doadoras e receptoras na TE

A transferência de embriões (TE) só terá resultado final bom se todos os procedimentos forem realizados de maneira adequada, deste a escolha da técnica, manipulação do sêmen, seleção e manejo das fêmeas doadoras e receptoras, entre outros.

Na seleção dos animais doadores é preciso levar em conta fatores, como o histórico reprodutivo, idade, potencial genético, conformação da vulva e condição uterina. Um fator importante a ser considerado é a baixa fertilidade das éguas de maior idade. Porém, as éguas mais velhas com histórico de prenhez e perda embrionária posterior são melhores doadoras que as repetidoras de cio, geralmente por apresentarem endometrite crônica degenerativa, que dificulta a manutenção e desenvolvimento embrionário, resultando em perda embrionária, mas com boa fertilidade.

Os fatores a serem considerados na escolha das fêmeas receptoras são: porte, produção de leite, habilidade materna, idade entre 3 a 10 anos, condições uterinas e vulvares, bem como as exigências das associações de raças. A melhor égua receptora é aquela que já teve crias anteriores, os outros fatores a serem considerados são a ciclagem normal que permitirá maior sucesso no momento da sincronização da ovulação doadora/receptora, a não ser que se utilize éguas acíclicas tratadas hormonalmente como receptoras.

Ao iniciar o programa de TE é preciso realizar um completo exame ginecológico nas éguas doadoras e receptoras, fazer o exame do trato genital por meio da palpação e ultrassonografiatransretal, vaginocospia, exame microbiológico, citologia e se possível biopsia do útero, para detectar possíveis anormalidades ovarianas ou uterinas.

Os cuidados e procedimentos permitirão o sucesso da aplicação da TE e, consequentemente maior lucratividade para o produtor, com o melhoramento genético do rebanho.

 

Fonte: http://arquivo.fmu.br/prodisc/medvet/gfc.pdf

 

 

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