Febre aftosa ameaça rebanho suíno da china

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Uma variante da febre aftosa ressurge, na China, ameaçando os rebanhos suínos daquele país. Num momento em que Pequim se esforça para combater a alta de preços ao consumidor, a carne suína pode elevar a inflação.

Com a seriedade da doença, teme-se que possa piorar essa situação. Isso depende, diretamente, da mudança climática, da vacinação e das medidas sanitárias tomadas pelos produtores, apesar de o número de suínos ter subido um pouco.

A queda dos preços da carne suína fresca no atacado é de 3,7%.  Eles são monitorados pelo Ministério de Comércio do país.

Da maior região produtora de suínos do país, Hunan, província onde se encontra  o Sistema Técnico de Produção de Suínos-  de lá, vêm informações de que a febre aftosa continuará afetando, na segunda metade deste ano, os rebanhos suínos já prejudicados no ano passado, num relatório veiculado por sites da indústria.

Um surto da doença foi notificado pelas autoridades veterinárias do país, na semana passada, em animais de cascos bipartidos, na Região Autônoma de Ningxia.  Essa notificação foi enviada à Organização Mundial de Saúde Animal.

 Constatou-se, também, um surto entre suínos, bovinos, ovinos e caprinos, no mês de julho, na província de Guizhou , assim como nos suínos criados na Região Autônoma de Xinjiang Uihur, em  março.

Um pequeno recuo dos preços dos alimentos foi percebido, nas últimas semanas, sinalizando algum sucesso dos esforços da China em combater a inflação, que caiu um pouco em setembro, para alta de 6,1%, na comparação anual, em relação à taxa de 6,2%.

 

Fonte: RuralBr

Por: Gabriela Mello

Adaptação: Revista Veterinária

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Atualizado em: 27 de outubro de 2011

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