Fisioterapia para cães: O que essa área tem para oferecer?

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Fisioterapia em cães

A fisioterapia para cães trabalha importantes grupos musculares dos animais e surge como uma alternativa de tratamento e cuidado para várias doenças.  O que é muito importante pois, não é novidade que os pets estão cada vez mais presentes nos lares brasileiros e os tutores desejam que eles vivam cada vez mais e com qualidade de vida. Para se ter ideia, estima-se que no Brasil existam mais de 132 milhões de animais de estimação.

Assim como os seres humanos, os cães também sentem dores que podem ter diferentes origens. Então, com os avanços da medicina foram desenvolvidas diversas terapias. Algumas são feitas usando aparelhos e objetos, outras incluem massagens e ginástica terapêutica. Além disso, a fisioterapia pode ser associada a técnicas como a acupuntura e reabilitação.  

Trata-se de um serviço diferenciado e uma ótima oportunidade para profissionais que procuram se destacar. Por isso, reunimos informações importantes que irão te ajudar a conhecer um pouco melhor sobre este ramo de atuação. Boa leitura!

Em quais casos a fisioterapia para cães é indicada?

A fisioterapia para cães costuma ser muito utilizada  no tratamento de doenças ortopédicas e neurológicas. Mas, não para por aí, auxilia em casos onde o pet está obeso ou mesmo, funciona como terapia auxiliar nos casos de:

  • Hérnia de disco;
  • Problemas na coluna;
  • Casos de atrofia muscular;
  • Animais com dores crônicas;
  • Fortalecimento e aumento da mobilidade;
  • Recuperação de cirurgias ortopédicas e neurológicas;
  • Animais que precisam ser imobilizados por longo período.

Para chegar ao diagnóstico correto, o ideal é encaminhar o animal até um fisioterapeuta veterinário. Este, irá realizar uma avaliação física do pet para depois solicitar exames complementares. Podem ser radiografias ou mesmo tomografias que proporcionam imagens transversais do interior do corpo do animal com maior precisão.

Outra tecnologia muito utilizada nos atendimentos é o ultrassom veterinário. Pois, fornece imagens multiplanares e em alta definição.  Além disso, permite visualizar de forma clara a ocorrência de fraturas e alterações nas articulações ou nervos. E mais, caso o equipamento tenha o efeito doppler, permite observar o fluxo sanguíneo e identificar se há alguma na região que foi afetada, o que possibilita a rápida tomada de decisão.

Como funciona a fisioterapia em cães?

Após a avaliação do animal por um fisioterapeuta ortopedista, será possível escolher o melhor tratamento. Dependendo da situação o problema pode ser resolvido com algumas sessões. Em casos mais complexos, é preciso realizar a fisioterapia pelo resto da vida. Cada sessão dura cerca de 40 minutos e pode ser usado:

  • Magnetoterapia;
  • Alongamentos;
  • Eletroterapia;
  • Hidroterapia;
  • Ozonioterapia ;
  • Laser;

A hidroterapia é uma alternativa que ajuda a diminuir os impactos nos movimentos, sendo considerada como um dos tratamentos mais completos dentro da fisioterapia veterinária. Já a acupuntura ajuda a aliviar dores e possibilita melhorias no equilíbrio muscular dos pets, por meio da utilização de agulhas em pontos específicos. Outra forma de tratamento é a eletroterapia, que consiste no uso de correntes elétricas para o tratamento das dores.  

De forma geral, a técnica utilizada nos tratamentos é muito parecida com a realizada em seres humanos. A principal diferença é que são equipamentos adaptados para os pets. E por se tratar de um procedimento não invasivo, elimina os riscos para os cães quando aplicada corretamente.

Qual o profissional responsável pela fisioterapia em cães?

Somente o médico veterinário é o profissional responsável por indicar o tratamento fisioterápico para os cães. Em alguns casos, onde o problema está em sua fase inicial, a fisioterapia em cães pode evitar que seja necessário realizar cirurgia.

Independente da técnica adotada pelo profissional, é preciso entender até que ponto é possível incentivar o pet. Pois, em algumas situações é preciso deixar que ele evolua e melhore a sua condição ao longo do tempo. O acompanhamento do médico veterinário é fundamental durante as sessões, os animais podem apresentar dores que demandam medicamentos específicos para serem tratadas. Então, a presença do profissional deve ser constante.

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Fonte: Pet Care, Cachorro e Gato e Clube dos animais

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Atualizado em: 29 de abril de 2019

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