Meningoencefalomielite em Pequenos Animais

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Estabelecimentos Veterinários: Nova Resolução Altera Critérios De Funcionamento A meningoencefalomielite em pequenos animais pode ser causada por vários agentes como as bactérias: erliquiose e bactérias da cavidade nasal, oral e auricular; fúngicas: Criptococcus neoformanse e Histoplasma capsulatum; protozoárias: toxoplasmose e neosporose; virais: cinomose, parvovirose, FIV/FELV, PIF, vírus da hepatite canina, herpesvírus canino; inflamatórias ou de origem desconhecida: meningoencefalomielite granulomatosa, meningoencefalomielite necrosante e leucoencefalite necrosante.

Os animais acometidos pela meningoencefalomielite apresentam sintomas clínicos de cometimento das meninges, encefálicos e medulares.

Em caso de suspeita da doença é preciso realizar alguns exames para o diagnóstico preciso, dessa forma é necessário associar os achados do exame clínico geral com os resultados obtidos através dos exames complementares como o hemograma, líquor, sorologias, PCR e também os exames de imagem.

O tratamento da meningoencefalomielite dependerá do tipo diagnosticado, pois existe um tipo de tratamento para cada tipo de meningoencefalomielite. Entretanto, para as meningoencefalomielites de origem desconhecida não tem tratamento que provoque a cura, o tratamento somente diminuirá a velocidade que a doença progride.

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Fonte: CPT Cursos Presenciais

Adaptação: Revista Veterinária

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Atualizado em: 12 de maio de 2014

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