Principais hormônios utilizados na Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF)

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A Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) é uma técnica que utiliza hormônios em dias predeterminados no intuito de promover a sincronização da ovulação de fêmeas bovinas. Esta técnica permite aumentar a lucratividade por possibilitar o uso de sêmen de qualidade, melhorar os índices reprodutivos e inclusive aumentar o número de embriões por fêmea por meio da técnica de superovulação.

Os hormônios são fundamentais para uma IATF de sucesso, e para seu uso é necessário conhecer e entender a fisiologia reprodutiva destas fêmeas e o mecanismo de ação dos hormônios envolvidos na reprodução.  Os hormônios reprodutivos endógenos são o hormônio folículo estimulante (FSH), luteinizante (LH) e o liberador de gonadotrofinas (GnRH).  

Dentre os hormônios exógenos utilizados, as gonadotrofinas placentárias (eCG e hCG) são usadas no intuito de estimular um grande crescimento folicular e ovulação. Outro hormônio exógeno é o GnRH que vai atuar aumentando a liberação de LH e FSH endógenos com consequente ovulação. A superovulação é conseguida com a administração de FSH exógenos em dias específicos do ciclo estral. Depois se administra prostaglandina exógena (PGF2α) para estimular a regressão do corpo lúteo possibilitando a superovulação.

Os médicos veterinários que realizam esta técnica têm que estar sempre se atualizando com cursos e literaturas atuais porque técnicas atualizadas ou novos hormônios vão surgindo no mercado.

A Inseminação Artificial em Tempo Fixo garante maior lucratividade no mercado. Saiba mais.

Fonte: Gera Embryo

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Atualizado em: 20 de junho de 2016

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