Produção de novilho precoce é um dos destaques da Feicorte

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Abater novilhos com até 36 meses e, no máximo, quatro dentes definitivos pode ser um bom negócio para criadores disciplinados. Além de economizar o tempo de permanência do animal na fazenda, o que significa redução de custos fixos, os produtores de Mato Grosso do Sul recebem incentivos fiscais do estado para praticarem essa modalidade de criação. Parcerias comerciais com a JBS e com o Carrefour também são vantajosas.

“O animal é abatido com mais ou menos 500 quilos, 18 arrobas, o peso de um boi mais velho”, explica Alexandre Raffi, presidente da Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores de Novilho Precoce (ASPNP). Para isso, no entanto, o produtor tem mais trabalho. “É mais fácil soltar o boi no pasto e abatê-lo depois, mas criar novilhos precoces é mais lucrativo”, afirma Antonio João de Almeida, diretor técnico da associação.

Produzir novilho precoce, no entanto, não é fácil. O produtor deve fazer um manejo gerencial mais cuidadoso, além de levar o bem-estar do animal em consideração e tomar os cuidados sanitários de acordo com as normas do programa da ASPNP. O resultado final é uma carne mais macia – e mais cara – do que a comum. “O consumidor final ainda não percebe a diferença”, diz Almeida, diretor técnico. “Estamos desenvolvendo um trabalho de educação para explicar as vantagens do nosso produto”, explica.

Um dos produtores de superprecoce é Nedson Rodrigues Pereira, da Fazenda Cachoeirão. Seus animais são fruto de um cruzamento de três raças: nelore, limousin e angus. Nesta terça feira (14/06), às 20h, ele concorreu ao prêmio Nelson Pineda, realizado durante a Feicorte 2011, que homenageia os melhores confinadores.

Fonte: Revista Globo Rural

Adaptação: Revista Agropecuária

 

 

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Atualizado em: 16 de junho de 2011

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