Você já ouviu falar na síndrome do gato nervoso?

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Curioso, não é mesmo? Síndrome do gato nervoso, o que seria isso?

Será um gato que não aceita carinhos, ou que necessita de muita atenção, ou será que é nervoso por situações que o incomodam?

Então, a síndrome do gato nervoso é uma enfermidade rara e é popularmente conhecida como Hiperestesia Felina.

De origem desconhecida, a doença é um desafio para a medicina veterinária. Porém, alguns acreditam que se trata de algo relacionado a distúrbios neurológicos ou mesmo psicológico.

Síndrome do gato nervoso

Trata-se de uma doença em que o gato sempre reage a um ataque imaginário, que vem pelas suas costas, em virtude do excesso de sensibilidade de sua pele.

Este tipo de atitude, embora para muitos possa parecer normal, em excesso já deve ser motivo de preocupação por parte dos donos, que devem buscar a ajuda de algum especialista.

Sinais da hiperestesia felina

O principal sinal seria a reação do animal a um ataque imaginário, mas pode apresentar também:

– nervosismo em excesso

– perseguição à própria cauda

– emagrecimento

– mudanças de comportamento

A doença pode ainda ser potencializada pelos ataques por pulgas, que tornam o animal ainda mais nervoso e agitado.

Diagnóstico e tratamento da síndrome

A tarefa de diagnóstico da doença não tem sido muito fácil, sendo que é preciso primeiramente ao profissional verificar todo o histórico do animal e se o mesmo possui alguma outra doença, até chegar, por eliminação, a conclusão sobre esta síndrome.

O tratamento passa pelo uso de ansiolíticos receitados pelo profissional especializado, evitar que o felino permaneça em ambientes que possam torná-lo ainda mais nervoso é essencial.

Um passo importante é ampliar seu convívio com outros animais e dedicar a ele mais atenção pode facilitar o processo de tratamento.

Agora que você já sabe mais sobre essa curiosidade, que tal conhecer outras enfermidades da clínica de pequenos animais?

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Ah! Não podemos esquecer que os profissionais das clínicas e hospitais veterinários devem estar preparados para atuar com essas e outras situações que contam com amplo conhecimento e cautela para um diagnóstico e tratamento que possibilitem bons resultados, não é mesmo?

Por isso trouxemos uma oportunidade de capacitação e algumas dicas de como atuar diante desses casos: Emergências e Pronto Atendimento na Clínica de Pequenos Animais

Fonte: Equipe Revista Veterinária

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