Caçadores americanos matam 41 ursos no Canadá

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Em seu último dia de sessão antes da eleição, o Senado americano esteve pressionado para discutir uma questão relacionada a animais: 41 carcaças de ursos polares que caçadores queriam levar para casa, do Canadá, como “troféus de caça”.

Harry Reid, do Partido Democrata, insistiu que o Senado desse prioridade a aprovar a Lei que valida a intenção dos caçadores, antes que o Senado entrasse em recesso. Os republicanos alegaram que os democratas pediram prioridade a este assunto em detrimento de outros assuntos que consideram mais importantes, como o aumento de impostos e o corte de gastos, para beneficiar ao Senador Jon Tester, candidato a reeleição.

O Senado havia aprovado um projeto de lei semelhante em abril. Nele, Tester propôs uma lei que permitiria mais caça e pesca em terras federais, e os caçadores poderiam atravessar locais onde a caça não é permitida, incentivando agências federais a cooperar com o estado e autoridades locais para manter campos de tiro e condições para a caça.

A discussão no momento é se os caçadores poderão adentrar nos Estados Unidos com as 41 carcaças de ursos mortos por eles no Canadá, uma vez que uma lei de 2008 proibiu o cruzamento de fronteira com corpos de ursos. O Serviço de Vida Selvagem e Marinha lista os ursos como espécie ameaçada.

Tester acredita que seja aceitável permitir que algumas pessoas tragam corpos de ursos polares mortos como troféus para os Estados Unidos.

Michael Markarian, da Humane Society dos Estados Unidos, critica a medida. “Os impactos cumulativos de se incentivar esta matança mais e mais são contrários à Lei de Conservação Americana”, disse ele.

Fonte: Anda

Adaptação: Revista Veterinária

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