Criação de receptoras bovinas gera bons resultados aos pecuaristas

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O alto valor, no resultado de uma boa reprodução depende, diretamente, do processo de criação de receptoras. Para que a fertilização in vitro e a transferência de embriões obtenham êxito, elas precisam que o processo da criação de receptoras seja bem conduzido. A genética de alto valor é herança de uma boa escolha da doadora e do touro escolhido. Entretanto, é do útero da receptora que o bezerro necessita, diretamente, para se desenvolver.

Existe, em Campo Florido, MG, uma central de receptoras, onde, animais mestiços, na maioria dos casos frutos de cruzamento industrial entre o nelore e outras raças taurinas, recebem tratamento diferenciado para serem boas mães de aluguel.

Muitas dessas novilhas chegaram, nessa área de 100 hectares, ainda bezerras, logo após a desmama. Lá, são criados 400 animais. Com manejo sanitário adequado e pastagens de qualidade, entre dois anos e dois anos e meio já estarão prontas para receber os embriões.

O útero da receptora precisa estar sincronizado com a idade do embrião a ser implantado para que a prenhez seja bem sucedida. O primeiro passo para a seleção das novilhas é fazer a observação de cio.

Quando os embriões são implantados, as receptoras ficam 70 dias na central e depois são levadas para a propriedade, dona do embrião que ela carrega.

Fonte: Ruralbr pecuária

Adaptação: Revista Agropecuária

 

 

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Atualizado em: 29 de fevereiro de 2012

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