Alimentação dos carneiros

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A alimentação dos carneiros, numa criação, é um dos fatores de maior importância para o desenvolvimento do plantel. Seus alimentos podem ser classificados da seguinte maneira:
– pasto: é o que fornece a alimentação mais barata e, por isso, deve ser utilizada, se possível, durante todo o ano;
– capineiras: são aconselháveis para a produção de forragens que são cortadas e dadas frescas, ou então, conservadas sob a forma de feno ou de silagem. Apresentam a vantagem de permitir um maior aproveitamento das terras que, assim, podem comportar um número maior de cabeças;
– feno: quando, por qualquer motivo, o criador deseja conservar e guardar as forragens, o método mais barato é o da fenação, pois consiste apenas em secá-las até certo ponto, para depois guardá-las. Um quilo de feno de boa qualidade vale por 3kg de forragem verde. Os fenos de leguminosas são melhores do que os de gramíneos;
– silagem: é a forrageira conservada em silos, nos quais sofre certa fermentação. É bem aceita pelos ovinos;
– raízes e tubérculos: podem ser empregados, com vantagem, na alimentação dos carneiros, podendo ser destacadas, neste caso, a mandioca, a batata, a cenoura e a abóbora;
– concentrados: entre eles estão o milho, a cevada, a aveia, o centeio, o trigo, o algodão, o babaçu, a soja e o amendoim. Seu emprego, na alimentação de ovinos, é de grande valia, principalmente, para a engorda, mas é limitado pelo seu custo, relativamente elevado.

Fonte: RuralNews

Adaptação: Revista Veterinária

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Atualizado em: 30 de agosto de 2011

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